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O Fim dos Cookies de Terceiros: O Que Muda para o Marketing e Como se Preparar

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O Fim dos Cookies de Terceiros: O Que Muda para o Marketing e Como se Preparar

Durante quase trinta anos, os cookies de terceiros foram a espinha dorsal da publicidade digital. Eles permitiam que anunciantes rastreassem usuários por diferentes sites, personalizassem anúncios, medissem conversões e construíssem audiências segmentadas com uma precisão que parecia mágica, mas era, na verdade, uma forma de vigilância em escala global.

Em 2020, o Google anunciou que o Chrome, o navegador com mais de 60% do mercado mundial, eliminaria o suporte a cookies de terceiros até 2022. O mercado de publicidade digital entrou em pânico. Agências, adtechs e anunciantes correram para encontrar alternativas. Então veio o primeiro adiamento. Depois o segundo. O terceiro. E em 2024, o Google virou a mesa, anunciou que não iria mais eliminar os cookies, optando por dar ao usuário a escolha de bloqueá-los ou não.

Em seguida, em 2025, encerrou completamente o Privacy Sandbox, seu projeto de seis anos para criar um substituto para os cookies. A saga dos cookies de terceiros entrou em um novo capítulo, eles continuam existindo, mas o chão da publicidade digital mudou para sempre.

Se você é profissional de marketing, gestor de mídia ou responsável por estratégia digital, este artigo explica o que realmente aconteceu, o que muda na prática e, mais importante, como construir uma estratégia de inteligência de consumidor que não dependa de nenhuma decisão futura do Google para funcionar.

EM RESUMO

Os cookies de terceiros ainda existem no Chrome em 2026, mas o cenário mudou irreversivelmente, o Google encerrou o Privacy Sandbox em 2025, outros navegadores (Safari, Firefox) já bloqueiam cookies de terceiros por padrão há anos, e usuários têm cada vez mais controle sobre o rastreamento. O resultado prático: estratégias de marketing que dependem exclusivamente de dados de terceiros são estruturalmente frágeis. A resposta não é esperar pela próxima decisão do Google, é construir uma base de inteligência de consumidor baseada em dados próprios e tecnologias privacy-first que funcionem independentemente do ambiente de cookies.

O que são cookies de terceiros, e por que eles dominaram o marketing digital?

Para entender o que muda, é preciso entender o que eles fazem. Um cookie é um pequeno arquivo de texto armazenado no navegador quando você visita um site. Cookies de primeira parte (first-party) são criados pelo próprio site que você visita, e continuam funcionando normalmente. Cookies de terceiros são criados por um domínio diferente do site que você está visitando, geralmente uma plataforma de publicidade, analytics ou redes sociais.

Quando você visita uma loja de sapatos e depois vê anúncios daquela loja no Instagram, no Gmail e em sites de notícias, isso é o cookie de terceiros em ação. Ele rastreou sua visita à loja, identificou você como um usuário com interesse em sapatos e permitiu que anunciantes te encontrassem em outros ambientes digitais.

Para o marketing digital, isso foi transformador. De repente, era possível segmentar audiências com precisão cirúrgica, medir o caminho completo de uma conversão entre múltiplos pontos de contato, e reativar clientes que haviam demonstrado intenção mas não haviam comprado. O modelo funcionou, e a indústria construiu trilhões de dólares em valor sobre essa fundação.

O problema: Essa precisão tem um custo invisível para o consumidor. Ele não sabe quais dados estão sendo coletados, por quem, para quê. Em um contexto de crescente preocupação com privacidade e legislações como a LGPD no Brasil e o GDPR na Europa, essa opacidade se tornou insustentável.

A linha do tempo: Do anúncio ao recuo, e o que ficou

A história dos cookies de terceiros nos últimos anos é uma das mais turbulentas do mercado digital. Entendê-la é essencial para não se deixar enganar pela aparente estabilidade atual.

Ano

O que aconteceu

Impacto para o marketing

2017–2019

Safari (Apple) e Firefox (Mozilla) bloqueiam cookies de terceiros por padrão em seus navegadores

Primeiros alertas: parte relevante do tráfego já não era rastreável por cookies de terceiros

Jan 2020

Google anuncia eliminação dos cookies de terceiros no Chrome até 2022 e lança o projeto Privacy Sandbox

Pânico no mercado: o Chrome tem mais de 60% do mercado, isso mudaria tudo

2021–2022

Primeiros adiamentos, prazo passa para 2023, depois para 2024

Indústria em compasso de espera: poucos investem de verdade em alternativas

Jan 2024

Chrome bloqueia cookies de terceiros para 1% dos usuários como teste inicial

Primeiro impacto real e mensurável para campanhas dependentes de third-party data

Jul 2024

Google recua: anuncia que não vai eliminar cookies, vai dar ao usuário a escolha de bloqueá-los ou não

Alívio imediato, mas sinal claro: o modelo de dependência de cookies de terceiros acabou como estratégia segura

Abr 2025

Google encerra definitivamente o Privacy Sandbox, seu projeto de seis anos para substituir cookies

Sem substituto oficial no horizonte; cada empresa precisa construir sua própria alternativa

2026

Cenário atual: cookies de terceiros existem no Chrome, mas Safari/Firefox já os bloqueiam por padrão; usuários com controle crescente; regulação global em expansão

Estratégias 100% dependentes de third-party data continuam funcionando, porém com alcance reduzido e risco crescente

A conclusão que o mercado levou tempo demais para aceitar é simples, a questão não é quando os cookies de terceiros vão acabar no Chrome, mas que a dependência deles como única fonte de inteligência de consumidor já é insustentável. Safari e Firefox, que juntos representam parcela relevante do tráfego, já os bloqueiam. E o usuário tem cada vez mais poder de controle.

O que muda na prática para o marketing digital?

O recuo do Google não restaurou o status quo. O ecossistema mudou de forma estrutural, e as equipes de marketing que trataram o adiamento como "problema resolvido" estão construindo sobre uma fundação que continua se movendo. Veja o que realmente mudou:

Cobertura de audiência reduzida

Com Safari e Firefox já bloqueando cookies de terceiros por padrão, e uma parcela crescente de usuários usando bloqueadores de anúncios ou configurações de privacidade mais restritivas, a cobertura real de audiências baseadas em third-party data diminuiu de forma consistente. Campanhas calibradas com base no alcance de 2019 estão hoje com lacunas significativas de dados.

Atribuição e mensuração com pontos cegos

A jornada do consumidor entre múltiplos dispositivos e plataformas, que era mapeada com razoável precisão pelos cookies de terceiros, passou a ter pontos cegos relevantes. Modelos de atribuição baseados em rastreamento cross-site perdem precisão onde os cookies não chegam, o que distorce análises de ROI e alocação de budget.

Retargeting com alcance fragmentado

O retargeting, uma das estratégias mais eficientes do marketing de performance, depende inteiramente dos cookies de terceiros para identificar usuários que visitaram um site e não converteram. Com o bloqueio em parte dos navegadores, listas de retargeting ficam subpopuladas e o custo por conversão sobe nessas estratégias.

Regulação chegando com força

A LGPD no Brasil, o GDPR na Europa e regulações semelhantes em mais de 140 países tornaram o consentimento do usuário um requisito legal, não uma opção. Estratégias que coletam e usam dados sem consentimento explícito expõem as empresas a risco regulatório real, independentemente do que o Chrome fizer.

Ponto de atenção: O risco não é que os cookies de terceiros vão acabar amanhã. O risco é continuar alocando budget e construindo estratégias sobre uma fundação que já tem rachaduras visíveis, e que pode mudar com a próxima atualização de navegador ou regulação.

As alternativas: O que substitui os cookies de terceiros?

A boa notícia é que o mercado não ficou parado enquanto o Google adiava suas decisões. Em seis anos, um conjunto robusto de alternativas foi desenvolvido e testado. Nenhuma delas replica exatamente o que os cookies de terceiros faziam, mas juntas, constroem uma base de inteligência de consumidor mais sólida, mais ética e mais durável.

1. Dados de primeira parte (First-Party Data)

São os dados coletados diretamente pelo relacionamento entre a marca e seu consumidor, cadastros, histórico de compras, comportamento no site, interações com e-mail e app. Com consentimento explícito do usuário, são os mais confiáveis, mais precisos e os únicos completamente sob controle da empresa.

O desafio: exigem que a empresa construa e mantenha relacionamentos diretos com seus consumidores, o que demanda estratégias de CRM, loyalty, conteúdo e captura de dados consistentes ao longo do tempo.

2. Dados de segunda parte (Second-Party Data)

São dados de primeira parte compartilhados entre parceiros com interesses complementares, um varejista e uma marca de produtos, por exemplo, que compartilham dados de seus clientes com consentimento. Menor escala que dados de terceiros, mas muito maior qualidade e confiabilidade.

3. Segmentação contextual

Em vez de rastrear o usuário, a segmentação contextual analisa o conteúdo que ele está consumindo no momento, e exibe anúncios relevantes para aquele contexto. Sem cookies, sem rastreamento individual, sem risco de privacidade. Com o avanço da IA, a precisão da segmentação contextual melhorou muito e hoje é uma alternativa competitiva para muitos casos de uso.

4. Identity solutions e clean rooms

Soluções de identificação baseadas em dados autenticados, como e-mail com hash, permitem matching de audiências entre plataformas sem expor dados pessoais. Clean rooms de dados (Google Ads Data Hub, Meta Advanced Analytics) permitem análises conjuntas de dados de diferentes fontes em ambientes seguros, sem transferência de dados entre as partes.

5. Dados sintéticos e personas preditivas

A abordagem mais avançada, e a que entrega a maior profundidade de inteligência de consumidor sem nenhuma coleta de dados pessoais, são os dados sintéticos. Em vez de rastrear consumidores reais, modelos de IA constroem representações comportamentais de segmentos de consumidores a partir de padrões agregados e anonimizados.

O resultado são Personas Sintéticas: perfis que simulam com alta precisão como consumidores reais pensam, decidem e reagem, disponíveis para consulta a qualquer momento, sem consentimento individual necessário, em total conformidade com a LGPD. É a solução que elimina a dependência de cookies de forma definitiva, não apenas para segmentação de mídia, mas para toda a cadeia de inteligência de consumidor.

Alternativa

Resumo de forças e limitações

First-Party Data

Alta precisão, propriedade total da empresa. Exige investimento em relacionamento direto com o consumidor e infraestrutura de CRM.

Second-Party Data

Boa qualidade, parceria controlada. Limitada em escala, depende de parceiros com dados complementares disponíveis.

Segmentação Contextual

Zero dados pessoais, total conformidade. Menor precisão individual; excelente para brand safety e awareness.

Identity Solutions / Clean Rooms

Bom matching de audiências autenticadas. Requer plataformas parceiras e configuração técnica mais complexa.

Dados Sintéticos / Personas Preditivas

Alta precisão, zero dados pessoais, disponibilidade total, conformidade nativa com LGPD. Exige plataforma especializada para modelagem e simulação.

Como construir uma estratégia de Marketing Privacy-First?

O objetivo não é substituir cookies de terceiros por uma única alternativa, é construir uma arquitetura de dados e inteligência que funcione com ou sem eles, e que não dependa de nenhuma decisão futura de um navegador ou regulador para continuar funcionando.

  1. Audite sua dependência atual de cookies de terceiros

Mapeie quais estratégias, campanhas e relatórios dependem de dados de terceiros hoje. Quais audiências são construídas com third-party data? Quais modelos de atribuição perdem precisão sem cookies? Esse diagnóstico define o tamanho do risco real e a prioridade das ações.

  1. Fortaleça sua base de first-party data

Invista em estratégias que incentivam o consumidor a compartilhar dados diretamente com você: programas de fidelidade, conteúdo exclusivo, personalização baseada em cadastro, experiências que entregam valor em troca de dados. A qualidade do seu relacionamento direto com o consumidor é seu ativo mais durável.

  1. Implemente consentimento de forma estratégica

Não trate o aviso de cookies como um obstáculo burocrático, trate como oportunidade de comunicar o valor que você entrega em troca dos dados. Taxas de consentimento mais altas dependem de clareza, confiança e relevância percebida. Isso é construção de marca, não compliance.

  1. Diversifique suas fontes de inteligência de consumidor

Não coloque toda a sua inteligência em um único canal ou fonte de dados. Combine first-party data com segmentação contextual, insights de ferramentas de social listening e, para projetos estratégicos maiores, plataformas de inteligência preditiva baseadas em dados sintéticos.

  1. Teste e meça em um ambiente com e sem cookies

Configure seus sistemas de analytics e atribuição para funcionar corretamente mesmo quando cookies de terceiros não estão disponíveis. Isso inclui modelos de atribuição baseados em dados próprios, server-side tracking e medição probabilística onde o determinístico não alcança.

Por que Dados Sintéticos são a resposta mais robusta para o Marketing sem Cookies?

Entre todas as alternativas disponíveis, os dados sintéticos e as Personas Sintéticas oferecem o conjunto mais completo de capacidades para substituir a inteligência que os cookies de terceiros proporcionavam, com vantagens estruturais que nenhuma alternativa baseada em rastreamento tem.

O que Personas Sintéticas resolvem que cookies de terceiros não conseguem?

Zero dependência de rastreamento: sem cookies, sem pixels, sem SDKs de terceiros. A inteligência vem de modelagem comportamental, não de vigilância.

Conformidade nativa com a LGPD: nenhum dado pessoal identificável é coletado. Não há consentimento individual a gerenciar, as personas são construídas sobre padrões comportamentais agregados e anonimizados.

Disponibilidade total: ao contrário de cookies, que dependem de o usuário visitar um site, aceitar o rastreamento e não usar bloqueadores,, Personas Sintéticas estão disponíveis 24 horas, para qualquer segmento, sem recrutamento.

Profundidade preditiva: em vez de saber que o usuário visitou uma página, você simula como ele pensa e decide, antes de qualquer interação. Isso permite validar campanhas, mensagens e produtos antes de investir em mídia.

Independência de plataformas: não depende do Google, do Meta, do Safari ou de qualquer outra empresa. A inteligência é construída sobre os seus dados e os seus modelos.

Enquanto o mercado debate se os cookies de terceiros vão acabar amanhã ou daqui a dois anos, empresas que adotaram inteligência baseada em dados sintéticos já saíram do debate, porque sua estratégia de dados funciona independentemente dessa variável.

Descubra como a Galaxies entrega inteligência de consumidor sem cookies

A plataforma Galaxies usa Personas Sintéticas, modeladas por IA a partir de dados comportamentais reais, para entregar inteligência de consumidor profunda, sem rastreamento de dados pessoais e em total conformidade com a LGPD. Sua estratégia de marketing funciona, independente de qualquer decisão futura do Google.

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O que esperar nos próximos anos: regulação, controle do usuário e o novo padrão de privacidade

Mesmo sem um prazo definitivo para o fim dos cookies de terceiros no Chrome, a direção da indústria é clara e irreversível. Alguns sinais do que vem pela frente:

Controle do usuário como padrão, não exceção

O Google manteve os cookies no Chrome, mas comprometeu-se a ampliar os controles de privacidade disponíveis ao usuário. A tendência global é que usuários tenham cada vez mais poder sobre quais dados compartilham, e a maioria, quando bem informada, opta por menos rastreamento. Isso significa que campanhas dependentes de rastreamento vão continuar perdendo cobertura de audiência ao longo do tempo.

Regulação crescente no Brasil e no mundo

A LGPD no Brasil é apenas o começo. Regulações de privacidade se expandem globalmente, mais de 140 países têm ou estão desenvolvendo legislação equivalente. O cumprimento de consentimento explícito e a minimização de coleta de dados pessoais vão se tornar requisitos mais rigorosos, não mais flexíveis.

IA como substituto estrutural do rastreamento

A própria IA que tornou os cookies de terceiros tão poderosos está agora criando alternativas que os tornam desnecessários. Modelos comportamentais treinados sobre dados agregados entregam previsões mais precisas do que qualquer cookie de rastreamento individual, e sem os riscos de privacidade e regulação associados.

Consolidação em torno de first-party data e dados sintéticos

O mercado está convergindo para um modelo onde a qualidade do relacionamento direto com o consumidor, e a sofisticação da inteligência construída sobre dados próprios, define a vantagem competitiva. Empresas que investiram nessa direção ao longo dos últimos anos estão, hoje, menos vulneráveis a qualquer mudança de ambiente externo.

Perguntas Frequentes sobre o Fim dos Cookies de Terceiros

Separamos algumas das principais dúvidas que nossos clientes possuem:

O que substitui os cookies de terceiros no marketing digital?

As principais alternativas são: dados de primeira parte (first-party data) coletados diretamente do consumidor com consentimento; segmentação contextual baseada no conteúdo consumido, sem rastreamento individual; soluções de identidade autenticada; e dados sintéticos com Personas Sintéticas, que entregam inteligência de consumidor profunda sem coletar nenhum dado pessoal.

Os cookies de terceiros vão acabar no Brasil?

No Chrome, não há prazo definido para o fim dos cookies de terceiros, o Google recuou em 2024 e optou por dar ao usuário a escolha de bloqueá-los. Porém, Safari e Firefox já os bloqueiam por padrão. A tendência global de regulação e maior controle do usuário torna a dependência estratégica de cookies de terceiros um risco crescente, independentemente do Chrome.

O que são dados de primeira parte (first-party data)?

São dados coletados diretamente pelo relacionamento entre a marca e seu consumidor, com consentimento explícito. Incluem cadastros, histórico de compras, comportamento no site, interações com e-mail e app. São os mais confiáveis, precisos e os únicos completamente sob controle da empresa, sem dependência de terceiros ou decisões externas.

O que foi o Privacy Sandbox do Google?

O Privacy Sandbox foi um projeto lançado pelo Google em 2019 para criar alternativas aos cookies de terceiros que preservassem a privacidade do usuário. Após seis anos de desenvolvimento, baixa adoção da indústria e pressão regulatória, o Google encerrou o projeto em 2025. O Chrome mantém os cookies de terceiros com gestão pelo usuário nas configurações de privacidade.

Como a LGPD afeta o uso de cookies de terceiros no Brasil?

A LGPD exige que a coleta e o uso de dados pessoais, incluindo os coletados por cookies, tenham base legal adequada, geralmente consentimento explícito e informado do usuário. Sites e anunciantes que usam cookies de terceiros para rastreamento e publicidade precisam obter esse consentimento e gerenciá-lo ativamente, sob risco de sanções da ANPD.

Sua Estratégia de Marketing Depende de Cookies de Terceiros?

A Galaxies oferece inteligência de consumidor profunda sem rastreamento, sem cookies e sem riscos de privacidade. Com Personas Sintéticas modeladas por IA, você entende o comportamento do seu consumidor real, valida campanhas antes de ir ao ar e toma decisões com precisão, independentemente de qualquer mudança futura no ecossistema de cookies.

Empresas como Nestlé, Bradesco e TikTok já construíram inteligência de consumidor além dos cookies. Quando é a vez da sua?

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