

As 5 Maiores Tendências de Marketing para 2026
Se eu tivesse que resumir o marketing em 2026 em uma frase, seria esta: nunca tivemos tanta tecnologia disponível e nunca foi tão importante saber usá-la com critério, intenção e humanidade.
O marketing entrou definitivamente em uma nova fase.
A inteligência artificial no marketing deixou de ser promessa, os dados passaram a ser ativos estratégicos, os canais se fragmentaram ainda mais e o consumidor ficou mais exigente, consciente e menos tolerante a discurso vazio.
A boa notícia é que nunca houve tantas oportunidades para quem lidera marketing com visão estratégica.
A seguir, estão as cinco tendências de marketing para 2026 que tendem a separar marcas que apenas acompanham o mercado daquelas que realmente vão liderar.
Inteligência Artificial como infraestrutura criativa, não como atalho
A inteligência artificial generativa deixou de ser experimento e passou a operar como infraestrutura de marketing. Em 2026, praticamente toda operação relevante terá IA integrada à criação, mídia, CRM, analytics e planejamento.
Mais de 80% dos profissionais de marketing já afirmam que a IA aumentou sua produtividade. O diferencial competitivo não está mais em “usar IA”, mas em como ela é integrada ao processo criativo e à tomada de decisão.
O caso da Unilever ilustra bem esse movimento. A empresa estruturou o uso de IA generativa para acelerar a produção de conteúdo em escala global, reduzindo tempo e custos sem perder controle de marca e qualidade criativa.
A IA não substitui o time criativo. Ela atua como uma camada de escala, velocidade e aprendizado. A criatividade continua humana. A IA amplifica.First-party data deixa de ser vantagem e vira pré-requisito
Com o fim dos cookies de terceiros e o avanço das regulações de privacidade, os dados próprios (first-party data) deixam de ser diferencial e se tornam condição mínima para competir.
A resposta está no fortalecimento de first-party e zero-party data, coletados com consentimento explícito, troca de valor clara e transparência.
O programa de fidelidade da Starbucks, com mais de 75 milhões de membros, demonstra como dados próprios impulsionam personalização, recorrência e eficiência de mídia.
Em 2026, marcas que dominam seus dados próprios terão três vantagens claras:Mais personalização
Melhor eficiência de mídia
Maior confiança do consumidor
Autenticidade escala por meio de creators e microcomunidades
O consumidor está saturado de comunicação genérica. A atenção migrou para marcas que falam de forma real, consistente e humana.
O marketing de influência entra em uma nova fase, menos focada em alcance e mais em credibilidade, afinidade e alinhamento de valores.
Ao mesmo tempo, microcomunidades em plataformas como Discord, WhatsApp e fóruns geram relacionamentos mais profundos do que audiências massivas.
Em 2026, marcas fortes vão se comportar menos como anunciantes e mais como membros relevantes das comunidades que desejam servir.Omnicanalidade real e novos motores de crescimento como retail media
O consumidor não pensa em canais. Ele vive experiências integradas.
Entre os canais que mais crescem está o retail media, impulsionado por varejistas como Amazon, Carrefour e Walmart, inserindo a marca no momento de decisão de compra.
Além disso, vídeos curtos, realidade aumentada e experiências híbridas ganham escala prática em categorias como beleza, moda e bens duráveis.
O desafio do CMO em 2026 não será escolher canais, mas orquestrá-los de forma coerente.Propósito, sustentabilidade e confiança deixam de ser discurso
O marketing de 2026 não permite incoerência. Propósito, sustentabilidade e ética precisam estar integrados ao produto, à operação e à comunicação.
Consumidores punem rapidamente greenwashing e discursos vazios. Em contrapartida, marcas consistentes constroem confiança de longo prazo.
Em um mundo automatizado, confiança se torna um dos ativos mais valiosos do marketing.Quanto mais tecnologia disponível, mais humano ele precisa ser.
O marketing em 2026 será definido por um paradoxo: quanto mais tecnologia disponível, mais humano ele precisa ser.
IA, dados, automação e novos canais só geram valor quando usados com intenção estratégica, ética e empatia.
Para líderes de marketing, o caminho é claro:Menos ruído, mais clareza
Menos volume, mais relevância
Menos discurso, mais prática
Quem entender isso não apenas acompanhará o mercado. Vai liderar em 2026.
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